13o. post – MC de 9 de setembro de 2007

11 set

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O Manhattan Connection é sempre ótimo, mas a edição desta semana foi light como há algum tempo não víamos. Os assuntos abordados foram amenos e a conversa fluiu muito bem. Claro que não pode ser sempre assim, mas uma pauta mais leve de vez em quando até que é bem agradável, não?!

No primeiro bloco, Diogo, Ricardo e toda a Europa empurraram a Turquia muçulmana na direção certa, enquanto Caio e Lucas enterraram o General Petreas no lamaçal espelhado do Iraque. Em seguida, a lembrança do 11 de setembro e a dança da Brazil Foundation (clique aqui para conhecer seus projetos e participar).

No bloco seguinte, a invenção do domingo cristão em oposição ao sábado judaico no livro de Craig Harline, que vai da Babilônia ao Superbowl – leia trechos do livro aqui. E o Brasil na imprensa novamente com a corrupção descarada do governo Lula gerou o fórum da semana: Por que o senador Renan Calheiros não renuncia? E pela terceira semana consecutiva voto na resposta da Lúcia: “Porque existe impunidade do Brasil”.

No terceiro bloco, Coney Island chega arrasando com seus hot dogs, suas montanhas russas e sua sedutora breguice, que provavelmente será transformada em um imenso kitsch resort. Leia a história de Coney Island na Wikipedia aqui, e clique aqui para conhecer a “Coney Island USA”, uma associação de moradores que tem o propósito de “defender a honra da arte popular americana através de exibições e performances”. O site deles é ótimo e tem até uma rádio virtual com músicas de vaudeville.

No último segmento, uma análise do amor incondicional de Amy Bloom com seu livro Away e seu seriado State of Mind, e uma análise do humor incondicional de Rowan Atkinson e seu personagem Mr. Bean, que não “pegou” nos Estados Unidos. Para falar a verdade, também não vejo muita graça nas caretas e piadas pastelão do Senhor Feijão… exceto pela cena dele em Quatro Casamentos e um Funeral, que sem dúvida uma das mais hilárias de toda a história do cinema inglês. Visite o site oficial de Amy Bloom aqui e veja a página de State of Mind no site da Lifetime aqui. Para ver Rowan Atkinson em Quatro Casamentos e um Funeral no YouTube, clique aqui.

Músicas e locais da semana: 1 – Grupo Vidança. 2 – Móveis de Arthur de Mattos Casas. Música: Suspiro, com Roberto Fonseca. 3 – Termas de Caracala, em Roma. Música: Nessum Dorma, com Luciano Pavarotti. 4 – (Boa noite) – Filme: The great new wonderful. Local: Manhattan (novo skyline). Música: Driving me mad, com Neil Finn.

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3 Respostas to “13o. post – MC de 9 de setembro de 2007”

  1. Gerana Damulakis :-) às 14:27 #

    Mais uma vez a Lúcia indo contra o Diogo, desta feita foi no tocante ao amor como força de mudança. Diogo acha que a escritora usa nada mais do que um clichê (lembremos que o tema era sobre a escritora Amy, a qual Lúcia estava entisiasmada!). Todos sabemos: o amor como força de mudança é clichê, sim, e um dos mais velhos deste mundo!!!!

  2. Juliane Bezerra de Andrade :-) às 16:00 #

    Eu gosto muito do M.C. em especial da Lúcia Guimarães e do Ricardo Amorim, Sou fanzoca desse programa desde a época do Arnaldo Jabor, gostei muito da cortada que a Lúcia deu no antipático do Diogo Mainardi neste domingo. Falando em Diogo, quando o M.C. vai colocar alguem decente mais adequado ao programa no lugar desse doente estúpido e mau carater do Diogo? Quando teremos o prazer de ver o Caio Blinder sem a barba? hihihi será que um dia isso vai acontecer? Abraço Juliane!

  3. Gerana Damulakis :-) às 23:09 #

    Parece que Diogo suscita sempre sentimentos extremados: amor ou ódio. Ele é incrível pela irreverência, não se pode avaliar o Diogo com esta raiva, ou paixão. Ele é lúcido, muito inteligente e gosta de ser do contra. É o que fica divertido, embora saiba ser do contra com seriedade também. Gosto dele porque, como ele, detesto o espírito de manada que reina por aí. E já li todos os livros de Diogo quando muito pouca gente sabia quem era ele: tenho as primeiras edições de todos. O intitulado Contra o Brasil me proporcionou muitas gargalhadas. Numa outra vertente, Malthus é muito bom, Arquipélago idem, já Polígono das secas, não gostei. Não vou exercitar a crítica litarária aqui, não é o lugar. Queria apenas expressar o meu reconhecimento por um colunista atento no jornalismo brasileiro. Quanto ao programa do qual somos fãs, do contrário não estaríamos neste bolg, é um programa muito gostoso. O Ricardo é brilhante, a Lúcia é uma excelente jornalista, traz matérias bem feitas e arremata as entrevistas com conteúdo, não é aquela coisa solta, frouxa. O Lucas é o Lucas, sabe tudo de jornalismo, raposa velha.O que menos me entusiasma é o caio: muito simpático, mas não sabe parar de falar na hora certa e, às vezes, parece que está sendo sabatinado pelo Lucas, respondendo ao dever de casa ( é o meu único senão).Enfim, Oo Manhattan arremata o nosso domingo de um modo singular e nós gostamos.
    Gerana Damulakis

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