24o. post – MC de 25 de novembro de 2007

26 nov

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O Matraca Connection desta semana começa dando voz ao comandante hablante Hugo Chávez. Segundo Lucas, não há rei que cale o ditador. Segundo Diogo, somos todos cordeiros latino-americanos. Veja o vídeo no YouTube, tire suas próprias conclusões e compre uma camiseta. E já que falamos em peças de roupa, o que eram as gravatas dos manhattans esta semana? A do Caio era muito estreita e tinha uma cor horrível. A do Lucas era muito larga e tinha uma estampa horrível. Só a do Ricado era do tamanho certo e tinha uma cor bonita. E o Diogo, que não usa gravata mas vestirá cueca e camisa vermelhas na próxima semana, continua precisando de um pesonal stylist. Enquanto isso, Lucas aposta na crise americana, o The New York Times diz que Bagdá está mais segura, e o fórum pergunta: Quem vai silenciar Hugo Chávez? Ricardo foi o único que acertou na gravata e na resposta: “o petróleo, quando o preço
cair…. mas o Chávez estará velhinho”.

No segundo bloco, a visita de Seth Kugel, com uma ótima gravata e com um passaporte quase tão carimbado como o do Ricardo. Veja o blog dele em inglês ou em  português, um vídeo e uma lista compreensiva das matérias que ele escreveu para o The New York Times – ou vá direto para a reportagem sobre Manaus, para a aventura de Seth aprendendo português com a Bíblia no Rio Solimões ou para suas 36 horas em São Paulo. Além disso, em parceria com Carolina Gonzáles, Seth lançou o livro Nueva York – the complete guide to latino life in the five boroughs, que virou um compreensivo blog. Seth adora farofa, mas não esperava que Lucas, o RP oficial de Inhotim, terminasse a entrevista convidando-o a fazer xixi na Rua do Amendoim em BH.

A seguir, os manhattans dão a dica do manual da malandragem literária de Pierre Bayard – livro sobre o qual a Veja escreveu sem ler já em maio deste ano. Ricardo – que está dominando o programa desta semana – tem uma ótima sacada a respeito da Bíblia, e Diogo faz um comentário sobre o gosto pela leitura que deu gosto de ouvir. Caio indica Julio Cortázar, Lucas mostra o livro de Luciana Savaget e a revista TIME publica a reportagem Best countries for global business, além de manter uma seção especial sobre o Brasil em seu site.

O último bloco deixa os Irmãos Coen de lado e fala sobre o documentário de Luisa Dantas (aquela do Wal Mart, lembra?) sobre New Orleans – veja vários vídeos deste novo trabalho dentro do site oficial aqui.

Músicas e locais da semana: 1 – S.O.B.’S e Café Wha?. Música: Pal Norte, com Calle 13. 2 – Greve na Broadway. Música: Always look on the bright side of life, com Monty Python. 3 – Pinta – feira de arte latino-americana no The Metropolitan Pavilion. Música: Bossa Nova USA, com Dave Brubeck. 4 – (Boa noite) – Filme: Uma segunda chance. Local: Prédio dos Arquivos Municipais. Música: Walking on the moon, com The Police.

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18 Respostas to “24o. post – MC de 25 de novembro de 2007”

  1. Cláudia :-) às 15:40 #

    E dá-lhes cuecas, farofa e pessimismo!

    Vou excluir o Caio do seleto grupo de meninos malvados e pessimistas do MC. Vc é dos meus Caio. Que recessão que nada. Lembro-me de um professor que falava: “alguns economistas e alguns advogados deveriam andar mais vezes de Kombi. E juntos”. Não posso terminar a frase pq é meio macabra. Claro que o Ricardo não estaria na Kombi!
    Mais uma vez o Hugo é notícia. Como não chamar o Hugo? Não falando dele. Esqueçamos este ser horrível e que se danem seus projetos megalomaníacos. Ele é líder de um país dependente de vários setores. Ponto. Qto ao cara do “charuto” melhor ter esquecido o nome mesmo. Qdo o assunto for Venezuela, que falemos de concurso de Miss. Por falar nisso, o pessoal do Hugo produz botox em gde escala para as moças ou importa dos EUA?
    Eis que surge algo inimaginável no MC: Diogo diz que fará o próximo programa de camisa vermelha – credo – mas já é uma mudança! Pode ser rosa? Ah não. Rosa e lilás não são cores de macho. Branca está bom, ok? Falou está falado.
    Juro que me deu vontade de dançar com aquele pessoal que apareceu dentro de um clube, mas daria para dizer se S.O.B.S Club e Café Wha são a mesma coisa? Estou fazendo as malas e não sei pra qual dos dois ir.
    Coitado do jornalista Seth Kugel. Qta paciência foi necessária para agüentar os ataques pessimistas dos meninos malvados. O cara disse que o Brasil é legal, que tem lugares bons, que turista gosta de ir para lugares seguros, que já morou em lugar bem violento nos EUA e está vivo, que gosta de farofa – nunca comi de abóbora. Está convidado para os nossos churrascos. Agora, se for para contar qtos cadáveres uma pessoa vê pela sua janela, ganho do DM. Vale janela de carro, não vale? Somente no trecho Cravinhos/SP em 04 anos eu vi bem mais que 04 cadáveres. Todos de acidente de carro e moto. Bem aquela coisa de “Ta lá o corpo estendido no chão…”.Cadáveres de violências diferentes.
    Esse negócio de gente que fica citando Sheakspere é um saco mesmo. Quem sabe isso não faz a Márcia Tiburi parar com essa mania irritante de ficar citando trecho de livro no Saia Justa. Parece que não tem opinião própria. O cara mais interessante que conheci e infelizmente está morto, lia de tudo e adorava falar sobre Mil E Uma Noites. Um diretor de uma empresa gigantesca que gostava de fábulas. Simplesmente apaixonante.
    Agora, quem abusou mais? A(o) tarada(o) que perguntou da cueca do DM ou o DM qdo mandou fazer “montinhos” em Nova Orleans? E a “prateleira” obra-de-arte que apareceu na exposição? Um monte de gavetas com espaços enormes entre elas e cheias de “estacas”? Deu até arrepio só de pensar em tirar pó daquilo. Sem contar as antenas de marciano – bolinhas na ponta de um tubinho. Adoro círculos, bolas, mas aquelas bolinhas já chegaram por aqui. Usei uma tiara com duas bolinhas presas por molas e acendiam, no niver dos meus sobrinhos. O artista está atrasado.

    COLÍRIO DA NOITE: A Rosa Branca que estava no jardim onde a Lúcia fez a entrevista com a excelente Luiza Dantas. Mais bonita que aquela rosa somente as brancas gigantes que cultivo em casa.

    NINGUÉM MERECE: Lúcia, que é fresca pra caramba e diz que brasileiro vivendo no Texas entrou pelo México, mas faz entrevista num lugar lindo sentada numa cadeira de plástico! E daquelas brancas que devem abrir as perninhas. Fala sério.

    CHATEAÇÃO: Lembrar que não verei The Police no Brasil, pois vão tocar apenas no RJ, mas terminar o programa com uma música deles foi muito bom!

    Ah…
    não sei qual o 3º autor mais citado sem ser lido, mas imagino quem seja o mais lido sem ser citado por vergonha de gostar de porcaria: Paulo Coelho

  2. Larry Palm :-) às 16:00 #

    E viva o rei.

    Vida longa ao rei.

  3. marcosalexandre :-) às 19:34 #

    Cláudia, esqueci completamente de mencionar a cadeira de plástico… você tem razão, é aquela coisa que se destaca pela feiura… a Lúcia estava em uma poltroninha bonita e colocou a entrevistada na cadeirinha de 1,99…

  4. Gerana Damulakis :-) às 22:07 #

    Qual será a segunda coisa que o tal Seth gosta no Brasil? Ali, no grupo, há uma mania de não deixar as coisas se completarem, ou há um esquecimento contagiante,haja vista ninguém ter ficado curioso para saber o que viria depois da farofa. Minha curiosidade está a mil. Será que há um modo de satisfazê-la?
    A monumental obra de Marcel Proust, Em busca do tempo perdido, talvez seja mais um bom exemplo de obra literária que é muito citada sem ser lida; a maioria fica restrita ao episódio breve da madalena sendo molhada no chá de tília, como fato detonador das memórias do narrador. No total, a pessoa passa por grande leitora e, quem sabe, quase invariavelmente não fez a leitura dos sete volumes de Proust. De resto, uma pena, porque é um prazer enorme mergulhar no universo proustiano.
    >

  5. marcosalexandre :-) às 6:53 #

    Gerana, mas o Seth falou as duas coisas que ele gosta… a primeira é farofa, a segunda é a maneira como os brasileiros pronunciam as palavras em inglês, como a bebida “rédi bul”, o nome “séti”, estas coisas… ele falou sim ;-)

  6. Ana Elizabeth :-) às 8:46 #

    Olha, sou obrigada a concordar com a Gerana. A entrevista com o Seth tava parecendo coisa do Jo Soares…mal deixavam o coitado responder, e vinha uma enxurrada de comentários e atropeladas…até eu que falo português estava tendo dificuldade de entender todo mundo falando junto…rsrsrs Pena que não vi a entrevista da Lucia. Desliguei antes…
    Marcos, parabéns pelo Blog. está excelente!

  7. Cláudia :-) às 9:29 #

    Vou me defender da pergunta sobre $ de carro no Brasil

    Há mais de 02 semanas perguntei ao Ricardo no e-mail dele no MC pq o $ do carro no brasil é tão alto: Juros ou Demanda? – recebi um e-mail comparando preços de veículos novos e usados aqui e nos EUA e quem quiser é só me pedir que repasso para sentir raiva – e sobre um imóvel(família é coisa chata e não deu certo pq cada um tem uma opinião). Ele respondeu que é por causa de juros. Curto e direto na questão carros. Parou nisso. Não entendi pq a pergunta foi ao ar. Acho q os orkuteiros devem achar que sou boba ou n tenho o q dizer e escrevo banalidades. É que tenho minha opinião e queria saber a dele. Lucas é lobo mau mesmo…rs. Eis meu pensamento:

    Qdo existia a autolatina, junção de duas gdes montadoras, o Ministro Bresser foi derrubado por ela. Aqui no Brasil, NA MINHA OPINIÃO, teve apenas um Presidente que bateu de frente com as montadoras, apesar de Lula ter uma força enorme no sindicalismo nacional, que foi Collor. Chamou os carros de carroças e abriu as importações. Vieram montadoras de alguns países para cá e logo a indústria nacional deu um jeito de se adequar e lançar carro popular e que subia de preço, mesmo com Governo mantendo incentivo fiscal. Dolar foi desvalorizado, as pressões das montadoras continuaram, empresas saíram do país e as que ficaram se adequaram novamente. Hoje vemos o dolar em baixa sem termos queda alguma no preço dos veículos, muito pelo contrário. Vejo malucos financiando carros em 90 parcelas sem perceber que, em apenas 2007 foram “lançados” 03 ANOS de carros novos. Pessoas compraram carros 2006 Zero, 2007 Zero e 2008 Zero em 2007. Isso começou faz tempo e ninguém percebeu a jogada das montadoras? Não é só imposto. É mais demanda. São pessoas que se contentam em ter um porta-copos a mais num veículo caro só pq mudou de ano. Que a Fiat me mostre as diferenças de uma Palio Weekend, que é o carro que tenho e ficarei quieta. Mas não vale mata-burro na frente do carro nem porta-copos ou espelho para batom, pq isso é barato.

  8. Cláudia :-) às 9:35 #

    Marcos,
    passou batido pela maravilhosa cadeira da entrevista? Não me lembro bem, mas acho que a Lúcia também estava numa de plático, mas de outra cor. Foi uma pisada na bola, mas ainda guardo na memória as imagens lindas da exposição que ela mostrou na semana passada. Lembra se vai estar no RJ ou SP a exposição?

  9. marcosalexandre :-) às 9:46 #

    Tenho a impressão que a Lúcia estava em uma poltrona verde. Mas não tenho certeza. Quanto à exposição, não sei. Moro no interior de SC e aqui estas coisas não chegam nunca. Só vou ver se virar uma série de TV, como disse o Lucas… hehehe

  10. Cláudia :-) às 12:39 #

    Nossa…fiz uma injustiça e esqueci de comentar uma coisa sobre DM desde que li seu último texto na Veja.

    DIOGO, adorei sua posição sobre livros e quem os comenta. Sobre sua matéria na Veja só posso dizer que te vi mais humano e menos político; usando sua “força” para mostrar o perigo de algo mais importante que Lula, ou seja, nossas próprias vidas. Adorei isso.

    CAIO, sua posição sobre o que deseja Pierre Bayard é igual a minha. Talvez isso ensine alguns homens a serem menos mala.

  11. Arnaldo Alves :-) às 19:56 #

    Perdi o MC dessa semana, alguma chance de ver em algum outro lugar ou só me resta bater a mão no chão e chorar?
    abraço!

  12. Gerana Damulakis :-) às 23:09 #

    Lembro do comentário sobre a maneira que os brasileiros pronunciam as palavras em inglês, mas não entendi que isto era a segunda coisa que ele (Seth) gosta no Brasil. Também, com aquele falatório todo! Eles têm que meter na cabeça que o telespectador fica boiando quando duas ou mais pessoas falam ao mesmo tempo. Ocorre igualmente no programa Saia Justa e, então, é muito pior. Isto me faz lembrar de uma observação interessante de José Saramago em um dos seus livros, quando ele aponta a conversa das mulheres, todas falando a um só tempo, como um motivo para o mundo continuar girando. Assim fora do contexto não tem a intensidade qua a colocação sustenta.
    É isso: espero que eles atentem para reduzir o blá-blá-blá conjunto.
    Imitando Cláudia (aliás, adoro isto nela)- NINGUÉM MERECE: chamar aqueles quarentões de meninos!

  13. Cláudia :-) às 7:25 #

    PEDIDO URGENTE PRA LÚCIA!

    Lúcia, por favor, entreviste o Hélio Castroneves que ganhou o Dancing with the Stars e já foi duas vezes campeão da Indy.
    Ele é daqui da minha região. Tudo “íssimo”: lindíssimo, animadíssimo, educadíssimo, elegantíssimo, simpaticíssimo e tem um sorriso… Sempre foi assim. Please Lúcia, nos dê esse colírio de presente de Natal! Se bem que ele passa fim de ano em Rib Preto. Mais uma vez please. Estou cansada de ver somente o Sócrates…rs

  14. marcosalexandre :-) às 8:57 #

    Arnaldo, infelizmente ninguém ainda se dispôs a gravar o MC e postar na web. Quero dizer, infelizmente para nós, pois fazer isso é ilegal, né? Se bem que o GNT poderia ter um sistema on-demand, de deixar você assistir aos programas no site oficial deles quando quiser. Então, se perdeu, não tem como ver novamente. No final do ano eu acho que vou ter que perder uma ou duas edições do MC também… e olha que faz anos que eu não perco nenhuma edição… :-(((((

  15. Ana Elizabeth :-) às 21:11 #

    Gerana, eu tenho quase 40 anos e me considero uma menina…rsrsrs Portanto, concordo que são os meninos do MC…

  16. claudia :-) às 23:39 #

    Gerana….

    Não posso chama-los de outra forma que não seja Meninos. Idades, comportamentos e humor diferentes. “Homens” ficaria pesado. “Mocinhos” meio esquisito. Meninos mantêm a jovialidade que todos passam, pois trabalham fazendo o que gostam e isso fica tão evidente que parece molecagem, um encontro para um brincadeira, uma tirada. Até qdo se alteram.

  17. Gerana Damulakis :-) às 22:31 #

    Calma, pessoal. O texto escrito abole o tom: eu disse aquilo na brincadeira. Por isso peguei emprestado o NINGUÉM MERECE, para conferir o tom de brincadeira, mas não deu certo. Idade é bobagem, vale o que carregamos dentro e o modo de sentir a vida. Só quis fazer graça, já vi que não sei fazer. Realmente não havia outra intenção. Foi mal!

  18. Cláudia :-) às 10:00 #

    Gerana…tá de TPM? rsrs

    Vc sabe fazer graça sim. Entendi bem o que vc quis dizer. Eu só quis encher a bola deles…rs. Os homens A DO RAM ser elogiados. Ficam mais dóceis. EU que me esqueci de colocar um RS, um HEHE, um qq coisa que desse sentido de humor na minha resposta. Desculpe-me, ok? E vamos continuar nessa: eu encho a bola deles e vc murcha. Assim daremos ibope para o blog do Marcos…rs…hehe…rs…pra n faltar símbolo de bom-humor. Abç

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