52o. post – MC de 1 de junho de 2008

2 jun
Em primeiro lugar, o resultado da promoção de um ano do fã-clube: quem ganhou foi Gianini de Figueiredo e Almeida, de Aracaju, que deu a melhor resposta à pergunta “Por que o Manhattan é a melhor conexão da TV?” dizendo o seguinte: “O Manhattan interliga neurônios, estabelece rodovias de sinapses, cria “freeways” para as idéias. O Manhattan Connection é a melhor conexão para as opiniões e pensamentos… E é isso que me leva a viajar semanalmente com ele. Manhattan Connection… Minha escala com o mundo.”
Parabéns Gianini :-)
 
E um esclarecimento sobre o painel luminoso com a foto dos manhattans, que aparece na imagem que inicia o programa: tem gente que acha que a foto não está lá e que cena de abertura é montagem de computador. Mas a foto está lá mesmo. Foi a própria Angélica quem confirmou, me enviando a seguinte mensagem: “Na abertura do programa, no painel do prédio a foto é de verdade! Conseguimos, como bons clientes, que a foto e o logo fossem colocados no painel e filmamos.”
 
Dito isso, vamos aos comentários e links da semana: a Hawaii Connection iniciou falando sobre mata-mata no México, país em guerra que corre perigo na luta contra as drogas. A polícia é profissional, mas os inimigos também são. O círculo vicioso de lá lembra a Colômbia dos anos 80, o do Brasil lembra a Chicago dos anos 20, e os dois países estão empatados no ranking de violência do índice global da paz (relatórios completos com metodologias e resultados aqui). A Colômbia conseguiu desmantelar as guerrilhas, mas as FARC estão mudando para países sem repressão ao crime, como explica Diogo Mainardi em sua coluna desta semana sobre Angela Maria Slongo. E enquanto Barack Obama se arrepende e afaga Hillary Clinton, Ricardo Amorim dá uma aula sobre a economia americana e a gastronomia nepalesa.
 
Iraque na imprensa: a guerra é distante a cansativa. Falta tinta, sobra
sangue, e a mídia não quer reconhecer o óbvio. Obama vai para lá – mas não com McCain, que vai usar a guerra como um trunfo. Da Casa Branca, Scott McClellan, o papagaio sem carisma, lança um livro que diz que Bush não sabia de nada. Fingir-se de otário é a melhor saída para não se responsabilizar pelas mentiras… isto lembra até um certo presidente molusco aqui da américa latina, não é? Para ler um trecho de What Happened: Inside the Bush White House and Washington’s Culture of Deception, clique aqui.
 
[pausa para o momento styling: Lúcia não simpatiza com a ideologia sexual dos hippies – mas foi na moda deles com uma camisa riponga anos 70 bem interessante. Diogo continua usando o gel que ganhou do Pânico, e Lucas estava elegante com camisa azul em tom forte sob o paletó risca de giz – pena que a gravata estampada (com microfones??) não passou a mensagem correta. Caio, com terno cinza, camisa branca e gravata azul bem colocada e impecável na largura, parecia vestido pela própria Edith Head para uma ponta em um filme do velho Hitch. Leva o Oscar de melhor figurino da semana – mas vai ter que dividí-lo com o Ricardo, que de gravata vermelha estilo inglês estava mais elegante que os modelos de Tom Ford] 
 
A seguir, o crime literário está em crise. A cidade mais segura é um mistério que faz faltar inspiração aos seguidores de Agatha Christie, que agora escrevem sobre terrorismo e falcatruas financeiras. O assassinato e o suicídio continuam sendo as mortes preferidas, mas migraram da literatura para os seriados de TV.
 
No último bloco, as divas de Sex and the city (site aqui, blog aqui, trailer aqui) comprovam o poder do marketing e da nostalgia. O sexo continua lá, com roupas chiques e circenses e com um novo e oscarizado chamariz demográfico. A série que quebrou tabus vai ao ar tanto quanto Seinfeld, mas hoje é mais assistida em conventos. O filme é malhado pela crítica por ser apenas um souvenir carinhoso – mas alguém esperava mais do que isso? Lucas, que comeu uma mosca, avisa: cuidado com as vacas (dicionário de surf aqui) e com o triste filme Surfwise, que conta como a família Paskowitz pegou a estrada antes de Jack Kerouak em busca da onda perfeita. O patriarca Doc criou uma utopia, mas caiu da prancha e acabou com um clã de filhos-cobaias com síndrome de Estocolmo. Veja o site do filme aqui, trailer aqui e webisodes aqui.

Você sabe quem é Walter Santos? Eu também não – mas a Lúcia explicou, e o Estadão também.

R.I.P. Sidney Pollack 

Fórum da semana & Músicas e locais da semana: até o momento da publicação deste post, tais informações não estavam disponíveis no site do GNT :-| (e o boa-noite com o Hotel Plaza no filme The way we were, foi uma coincidência ou uma referência proposital ao episódio de Sex and the city em que Carrie diz a fala de Barbra Streisand para Mr. Big?)

 
Bônus da semana: o encontro de Sabrina Sato e Diogo Mainardi no Rio de Janeiro, exibido no Pânico deste domingo.
 
 
 

4 Respostas to “52o. post – MC de 1 de junho de 2008”

  1. Adézio :-) às 20:10 #

    Marcos,

    Excelente post!

    Você sabe que só eventualmente assisto ao programa, e é através do blog do fã-clube que acompanho as peripécias dos Manhattans.

    Gostei da referência à coluna do Diogo (na verdade, quando recebi a atualização do blog eu tinha acabado de comprar a Veja e de ler a coluna). O bom é que está com o link aberto: não dá pra deixar de ler!

    O vídeo do encontro Diogo Mainardi e Sabrina é ótimo! Dei boas risadas… Diego “poverello”, volta e meia se mete numa saia justa. Mas ele saiu-se bem, com um bom humor que ele tenta sempre esconder no programa.

    A foto do filme The way we were (“Your girl is lovely, Hubbell.”) trouxe excelentes recordações, assim como sei que terei boas recordações com Sex and the City. Não vejo a hora de assistir.

    Por enquanto é só. Parabéns pelo 1 ano de blog e continue sempre nos bindando com seu excelente estilo.

    Abraço.

    Adézio

  2. Renata :-) às 21:40 #

    Oi Marcos,

    Estou fora do Brasil e seu blog me atualizou em relação ao ultimo programa. E nem consegui um tempinho para ir ao cinema assitir a estréia de Sex and the city. Vou ver o legendado mesmo no Brasil. Em tempo, obrigada pela confirmação sobre o painel.

    Ah, soube também que minha camiseta chegou lá em casa, nao vejo a hora de voltar e usar. Deve ser lindona como as dos MCs!

    Abraços a todos os conectados.

  3. Liliane de Paula Martins :-) às 18:52 #

    Oi Marcos, acabei de assistir o vídeo do Diogo e a Sabrina Sato.
    Realmente aquele nevus na testa é feio e perigoso. Só reparei depois que o Diogo comenta sobre ele, na VEJA. E a Sabrina é uma graça.
    Sex & City vou assistir e gostar como gosto da série que não canso de vê.
    Vc se liga em gravatas. Não entendo e nem presto atenção em gravatas. Acho interessante, suas observações sobre as gravatas do programa. Um dia, quem sabe, aprendo sobre elas.
    Abraços,
    Liliane

  4. claudia :-) às 10:07 #

    Marcos,

    Adorei seu texto. Deu pra rever o programa.
    Pra mim foi ótimo pq depois do DM falar que o melhor(n lembro bem a palavra) sexo é o “solitário” comecei a rir e acabei me perdendo.
    Ele anda bem saidinho e isso é bom.

    Com relação ao encontro com a Sabrina, só posso dizer que queria estar no lugar dela pra ver aquelas coxonas de perto.
    O legal é que tinha visto o vídeo em PB, mas, não sei pq, tinha certeza que ele estaria de camisa azul…rs

    Acho que preciso assistir o Pânico novamente.
    Abç

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