111o. post – MC de 6 de setembro de 2009

7 set
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Quero começar este post fazendo um anúncio: vou dar uma das tão cobiçadas canecas do MC para o primeiro membro da lista de e-mails do fã-clube ou da comunidade MANHATTAN CONNECTION no Facebook que responder corretamente a uma pergunta relacionada a um dos manhattans. A caneca é esta da fotinho aqui em cima, e foi gentilmente cedida pelo departamento de marketing do canal GNT. A pergunta e as regras de participação desta promoção serão enviadas na semana que vem junto com a usual mensagem de atualização do blog. Portanto, se você ainda não está na lista de e-mails nem na comunidade mas deseja receber a mensagem e concorrer ao prêmio, veja a opção Participe no menu à direita e escolha uma das opções!
 
* * *
 
4 comidas do apocalipse
 
Os orgânicos da Conexão Bicho-papão começaram pelo mais chato: esta foi mais uma semana decisiva para a saúde do Obama. Dr. Caio Blinder, que é vital e não é terminal, viu sinais de desespero na beira do precipício – e o Dr. Diogo Mainardi disse que o presidente tem uma chance deste tamanhozinho para mostrar do que se trata este maldito plano. Não satisfeito com seu convênio médico, Dr. Lucas Mendes trocou de povo – e de assunto: o Japão se sacudiu e chutou o governo, mas tudo ficou em família depois do terremoto eleitoral. Os Kennedys nipônicos herdaram um país incerto, e na vitória do óbvio o país agora é governado por um ET e uma mulher piradona que já foi para Vênus. O partido do balaio de gatos vai morrer de velho, e Caio acha que a revolução foi um negócio pavoroso em sua coluna Japão tem revolução relutante nas eleições. Enquanto isso, no nosso quintal Uribe retrocedeu e fez a democracia dar um passo para trás.
 
No segundo bloco, a big crise é boa para o Big Mac. As vendas dispararam e a recessão foi um bom negócio. Dr. Ricardo Amorim explicou a lógica do quanto pior melhor, e Caio receitou as quatro comidas do apocalipse: Big Mac, presunto Spam, chocolate Hershey´s e sopa enlatada Campbell´s – coisa de gente pobre e pão-dura. E se o consumismo americano é um produto de consumo, em terras tupiniquins a DM9 criou um comercial de mau gosto com imagens dos ataques de 11 de setembro (assista aqui), e o tapa-boca do Estadão foi relatado na reportagem Latin American journalists face new opposition, publicada no jornal The New York Times. O bloco terminou com o melhor guia de New York andando de bike e de caiaque pelo rio Hudson, que tem um pouquinho mais de 400 anos.
 
O terceiro bloco começou com Frank Bruni, por mais de cinco anos o comedor mais influente dos Estados Unidos. Temido e odiado pelos chefs, o fat boy tinha uma relação de amor e ódio com a comida. Era bulímico, ficou gordo por culpa do Bush e foi salvo pela Itália. Como as pesquisas só falam bobagem, melhor ler a coluna Comeu, contou e emagreceu – na qual Lucas Mendes conta a história de Bruni e fala de seu livro Born round: the secret history of a full-time eater.
 
Para terminar, o filme comentado da semana é o Der Baader Meinhof komplex, de Uli Edel (site oficial em inglês aqui, em alemão aqui). O diretor investigou a radical geração de 68 na Alemanha, para quem a nova face do fascismo era o imperialismo americano em uma época de delírios e revolução sexual. Pedro Andrade saiu aterrorizado do cinema e disse que o filme, que não escolheu quem eram os bandidos nem os mocinhos, é um soco no estômago. Na semana passada não concordei que o filme do Tarantino era indigesto, mas desta vez dou total razão ao Pedro – apenas acho que foram dois socos em vez de um. Na primeira metade do filme o soco é bom porque a produção realmente surpreende: a reconstrução de época é ótima, as atuações são primorosas e as cenas cheias de ação não deixam nem a gente piscar. Mas na segunda metade o soco é ruim: a parte sobre prisão e tribunal é monótona, a jornalista fica mais doida ainda e os personagens ficam todos chatos – mas pelo menos escapamos do Oliver Stone. No mesmo bloco, no momento jabá Caio indicou o livro Jogos políticos nas empresas, de Maurício Goldstein e Philip Read, e Lucas fez o obituário do músico Tico da Costa.
 
Momento ManhaTIE Connection: como o assunto de destaque desta edição do MC foi o Japão, nossos heróis e suas gravatas receberão as devidas condecorações nipônicas. Lucas usou uma gravata com fundo esverdeado e estampas quadradinhas, que à primeira vista parecia couro de cobra – e por isso levou o troféu Spectreman (o primeiro dos heróis ecologicamente corretos). Ao seu lado, Caio foi com uma gravata vermelhona bem chamativa e ganhou a menção honrosa Ultraman (aquele que tinha uma lâmpada no peito). Pedro, com uma gravata preta com bolinhas brancas, levou o troféu Naruto (o mais moderno e popular), e por sua gravata lilás com listras de vários tons, Ricardo ganhou o prêmio Jaspion (o mais colorido dos personagens japoneses).
 
MSCL1 Momento My so-called life:
 
I cannot bring myself to eat a well-balanced meal in front of my mother. It just means too much to her.
Angela
 
Bônus da semana: já faz um tempinho que o Pedro Andrade publicou no Facebook um vídeo da música Fugitive, de David Gray. Nesta semana, ele deu um jeito de colocar a música no MC também, na vinheta sobre o restaurante japonês. Como a música apareceu apenas por poucos segundos no programa, resolvi colocar ela completa aqui no bônus para quem quiser dar uma olhada ;-)
 
 
Teste seus conhecimentos sobre o Manhattan Connection em um quiz compreensivo com 35 perguntas sobre o programa. Para acessar, clique em Super trivia do MC no menu à direita!
 

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