129º post – MC de 31 de janeiro de 2010

1 fev

 

Uma semana após o terremoto em Massachusetts os avalistas da Conexão Sem Fundos não viram Obama pôr o rabo entre as pernas – mas disseram que o leitor de teleprompter precisa manobrar o partido do não-não-não, seduzir os independentes e combinar com todos os deuses para que tudo dê certo na economia dentro do período de seu mandato. A mensagem é confusa e é impossível agradar a gregos, troianos e espartanos – principalmente quando 59 a 41 não significa vitória. A partida embola na matemática política e a ditadura da superminoria pode melar o jogo com uma regra abusada.

A seguir, perder a casa é humilhante mas pode ser um bom negócio. O calote voluntário deixou de ser estigma social e o caloteiro nem sempre é um canalha: ele pode não ter escolha – ou ser burro. Se o banco errou, deve pagar a conta. Essa é a regra do jogo – mas a aposta é perigosa, e Caio Blinder (que paga a hipoteca em dia) declarou que o Obama certo: abaixo os bancos!

Na sequência os manhattans receberam a visita do humorista – e  cineasta – Hélio de la Peña, que começou falando da TV americana que é tão diferente (e na minha opinião com muito mais bom senso) que a brasileira. Lucas mencionou o filme Four lions e a conversa foi de tabu nas piadas para o masoquismo no Twitter – e acabou com vacinas e compras.

No último bloco saíram Hélio de la Peña, Ricardo Amorim e Diogo Mainardi, e entrou Pedro Andrade. O filme The young Victoria mostra a rainha britânica menos vitoriana – e mais jovem, bonita e sensual. Licenças poéticas à parte, God save the queen – e o príncipe Albert também. Albert morreu cedo e para a desconsolada rainha sobraram os filhos, os netos e o império. O filme é da Emily Blunt – mas todo monarquista é cego e a chance de Oscar é zero. Eu achei o romance bonito (a cena da chuva é ótima!), mas o filme é de sessão de tarde e chama mais atenção pelos belos figurinos e cenários do que pela trama em si – tanto que para mim o melhor personagem de todos é o cachorrinho Dash. Pedro falou que o filme é gostoso mas não é indispensável, e eu acho que ele tem total razão – os manhattans deveriam ter falado sobre a estreia da terceira temporada de Damages, que seria bem melhor. O programa encerrou com o momento jabá indicando o livro Manhattan – arte contemporânea e algo a mais. God save Manhattan Connection.

O melhor: A continuidade da campanha contra os títulos ridículos de filmes em português. Desta vez Caio lembrou de Mr. Smith goes to Washington, que no Brasil foi lançado como A mulher faz o homem. E aqui vai minha contribuição: esta semana vi The great Buck Howard – que no Brasil recebeu o incrível e medonho título de A mente que mente. O pior: O nome de uma música tão famosa e popular como Psycho killer ter sido escrito errado no Manhattan Connection e no site do GNT. Imperdoável. Fórum da semana: Será que a fã do Caio vai devolver o dinheiro para o Diogo?

Vídeo da semana: Bad things, com Jace Everett – uma ótima música da maneira que ficou conhecida no mundo todo: na abertura do seriado True blood. Ah, e o nome dele é Everett com dois Ts mesmo, e não com um só como apareceu escrito no MC e no site do GNT.

Página inicial do fã-clube do Manhattan Connection

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