155º post – MC de 7 de novembro de 2010

8 nov

Os zumbis da Conexão Sepulcro começaram esta edição falando sobre o morto-vivo Barack Obama, a pobre alma penada da política. O fã-clube do presidente perdeu o entusiasmo e o país do troca-troca não sabe o que quer. Feels bad: a rota para as eleições de 2012 será mal-assombrada e não há compromisso – que na verdade é acordo. Em sua coluna, Lucas Mendes analisou O tsunami e a marola, e segundo Caio Blinder A única certeza dos americanos é a incerteza. O assunto passou então para economia, e Ricardo Amorim explicou a existência de dois mundos: o emergente, onde a recuperação já aconteceu há muito tempo, e o dos países ricos, onde a vitória dos republicanos complica no curto prazo mas reduz o risco de uma mega crise daqui a alguns anos. 

Depois dos 19 países do G20 e do bunga bunga do Berlusconi, os manhattans falaram sobre a via crucis dos cristãos no oriente médio. Eles já foram maioria – mas a coexistência no mundo árabe está mais explosiva e o êxodo é de proporções bíblicas. Pelo menos onde o Lucas está é o melhor exemplo de convivência pacífica entre religiões. Brasil na imprensa: o MC da semana passada foi um dos 10 tópicos mais comentados do mundo no Twitter, e o The Economist definiu muito bem a nossa nova presidente: uma Lula de batom.

A seguir, a história de Nova Amsterdã começou muito antes dos portoriqueinhos de West side story e está na exposição Nueva York, no El Museo del Bario. Neste bloco o Caio deu uma aula de história da qual tirei a seguinte lição: Cuba sempre se ferra e as maiores contribuições dos latinos foram o iô-iô e o Marco Rubio, a criatura da família Bush que se compara ao Obama pela vaselina. No site do museu não há muito o que ver sobre a exposição, mas o The New York Times publicou um slide show compreensivo aqui.

Para encerrar, depois de mágicos e vampiros os mortos ressuscitaram no cinema e principalmente na TV. A estreia do seriado The walking dead foi um sucesso na jugular, e é claro que o Pedro Andrade assistiu – e disse que é bom demais. Eu também vi e confesso que apesar de não ser fã da temática (exceto por Otto; or, up with dead people, do Bruce LaBruce, o melhor filme de zumbi do mundo) gostei da turma de mortos-vivos bacaninhas do Frank Darabont (e não Donavan, Pedro). Claro que o protagonista ficar metade do episódio só de cueca samba-canção deve ter ajudado muito na audiência, mas mesmo que ele use aquele uniforme de policial pelo resto da temporada acho que vale a pena continuar dando uma olhada na série. Falando em mortos-vivos: Monteiro Lobato deve ser censurado e Jean-Luc Godard, o vizinho do Roman Polanski, vai ganhar o Oscar. Para encerrar, o momento jabá foi com o livro Cidade livre, de João Almino.

O melhor: a discussão entre o Diogo e o Ricardo sobre a Al-Qaeda. O pior: os quizzes. Fórum da semana: quando o Manhattan Connection vai voltar para a grade da Globo Internacional?

Uma resposta to “155º post – MC de 7 de novembro de 2010”

  1. ROSE :-) às 1:33 #

    IMPOSSIVEL COLOCAR A CASA EM ORDEM EM TAO POUCO TEMPO!! AINDA + COM O ESTRAGO QUE O GOVERNO BUSH DEIXOU!!!

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