156º post – MC de 14 de novembro de 2010

15 nov

Os quantitativos da Conexão Promissória começaram falando do G20, para onde o Brasil mandou o G2. De 0 a 10, Lula e Dilma não valem nada (ou seja: o Marcelo Madureira tinha razão). Em 2008 todo mundo estava em crise, mas hoje cada um defende seus próprios interesses – inclusive o Lula, que sonha com a moeda Irreal. Enquanto isso, os Estados Unidos enchem o mundo de dólares – mas é mais provável que não funcione. Pelo menos o Obama deu dois tiros certeiros (os únicos que ele tem para dar). Na Europa os estudantes ingleses botaram para quebar e o Cameron está no caminho certo: é hora dos ajustes e o mundo não está acabando. Os manhattans falaram ainda sobre o ex-presidente George W. Bush, que saiu da toca para promover suas memórias. Ele não se arrepende, admite erros e melhorou (um pouco) sua reputação. No melhor estilo Diogo Mainardi, Ricardo Amorim disse que vai ler cada vírgula deste livro de grande sabedoria. Se você quiser ler também, dá uma olhada neste trecho de Decision points no site da Oprah – ou pelo menos veja a lição de estadismo de Bush na coluna de Caio Blinder.

No segundo bloco, os irmãos Castro tentam sair do buraco e o companheiro Hugo deve cumprir a promessa bolivariana. Bienvenidos a Cuba: a Venezuela tem abundância de novos imigrantes e virou um imenso, pobre e perigoso bazar. A classe média, os ricos e os empresários fugiram para Miami, Colômbia e Brasil nos balseiros del aire – e se o namoro de Chávez e Lula esfriar, a Dilma vai comparecer.

A seguir, quem compareceu foi o convidado Jorge Alves, especialista em saúde relativa e o baiano mais jovial, bonito e simpático que já foi ao programa – mas não sei se foi o melhor. Relativamente falando, digamos que ele seja half full, half empty – e lembra muito aquele médico que a Liz Lemon namorou em 30 Rock.

A edição desta semana encerrou com o bolo amarelo do filme Fair game, que recorda um escândalo do governo. O diretor Doug Liman desvenda a trama contra o Sr. e a Sra. Wilson e todo mundo saiu bem – menos o Bush. Segundo Pedro Andrade, Fair game tem drama familiar, espionagem e tudo que um filme bom precisa. Mas eu só vou assistir se ele for lançado no Brasil com o título em português sugerido pelo Caio Blinder: É justo descer o cacete nessa mulher.

O melhor: o Lucas dizendo “obrigado” ao Pedro Andrade. E ele respondendo. O pior: os “a nível” do Jorge Alves. Fórum da semana: onde estão as gôndolas do Diogo?

Quero terminar o post de hoje lembrando o momento bônus do blog, deixando aqui um vídeo do Pedro Andrade mostrando um pouco dos bastidores do Manhattan Connection:

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