163º post – MC de 30 de janeiro de 2011

31 jan

A segunda Conexão na Globo News não cessou o fogo árabe. O vendedor de frutas levou um tapa na cara, deu queixa e deu no que deu: queimou uma ditadura. Não sabemos que direção isso pode tomar, e O Egito, qualquer Egito, dá medo. Lucas Mendes fez várias perguntas, Caio Blinder deu respostas rápidas e fulminantes e Ricardo Amorim redesenhou o mapa do mundo árabe com o tunisunami. Enquanto isso, a Europa continua com cerca de um ditador: Alexander Lukashenko, que deixou o cargo de diretor de coisas malucas e ineficientes na Bielorússia para fazer uma bem sucedida transição do comunismo para o comunismo e transformar a KGB em… KGB. O afilhado do Lucas Mendes é um grande amiguinho da camarada China, faz bunga bunga com o Berlusconi e até bate, prende e reprime como o Putin – que por sua vez ainda não conseguiu acabar com o terror na Rússia. Além de especialista em Moldávia, Caio Blinder é também especialista em segurança de aeroportos e acha que o Atentado em Moscou pode refletir nos EUA.

A seguir, os países mais ou menos emergentes enfrentam o Inimigo público número 1. O contribuinte é explorado e o estado está inchado e doente – mas os sindicatos dos funcionários públicos não vão se aposentar tão cedo. O Brasil levou a copa do mundo e o FMI caiu matando – mas o país de pelegos patronais e sindicais ainda tem tempo de mudar. Nos Estados Unidos, Obama fez um bom discurso sobre o momento Sputnik – e o que vai mesmo para o espaço é o déficit americano.

No terceiro bloco, o assunto foi a ópera. Ou melhor, a Oprah, nome que o Lucas pronuncia com sotaque mineiro para fazer a gente pensar que ele está se referindo a uma ária de O barbeiro de Sevilla. O alfabeto da rainha da TV termina em “ó” – e “ó” para você que não vai assistir ao OWN. Com sua filosofia zen, Oprah se deu bem enlatando a glamurização da vitimização e vai continuar se comunicando com Deus e o mundo – e sendo mais generosa que o Sílvio Santos. Os manhattans falaram também sobre a estreia de Skins, a nova versão de um seriado chamado… Skins. Não sei se o nome foi dado pelo chefe da KGB do Lukashenko, mas já estou baixando os dois primeiros episódios para dar uma olhada pois gostei muito das duas primeiras temporadas da versão inglesa. Parei de ver a série depois da troca de elenco, mas até hoje considero a Cass uma das melhores personagens que já vi na TV em toda  a minha vida. Além disso, a cena final da primeira temporada é certamente uma das melhores da história da telinha (inclusive já comentei sobre ela aqui no blog, no post de 8 de fevereiro de 2009). Espero que a versão americana seja boa – e que não seja lançada no Brasil com o mesmo nome medonho que deram ao seriado britânico: Juventude à flor da pele. E para terminar on a high note: na semana passsada a Heloísa me avisou que o Manhattan Connection voltou à grade da Globo Internacional. A ideia da campanha aqui no blog foi dela, e pelo jeito a mobilização dos fãs ajudou. Obrigado a todos que aderiram e escreveram para a GI através do fã-clube ;-)   

Parece que o MC desta semana foi mais tranquilo: o Caio estava mais calmo e o Diogo penteou o cabelo e não parecia mais um personagem de um filme do John Hughes estrelado pela Molly Ringwald. Até o cenário do Ricardo Amorim deu uma melhorada – o espaço físico é o mesmo mas desta vez o ambiente estava mais bonito e os movimentos de câmera deram um up no estúdio paulistano. Agora só falta voltar a musiquinha de abertura!

Aviso: a área de mídia do fã clube do Manhattan Connection foi atualizada com os bastidores do programa no Video Show. Dá uma olhada no vídeo no site, e aproveite para dar uma olhada no melhor chocólatra de New York no link aqui embaixo:

10 Respostas to “163º post – MC de 30 de janeiro de 2011”

  1. Denise Petry :-) às 10:12 #

    Olá!! Como de costume, ótimo programa no domingo 30/01!!POR FAVOR, que musica é aquela do post do Pedro Andrade no Bryant Park ????? MARAVILHOSA!! Parabéns a todos! Abs

  2. Sys :-) às 11:23 #

    Olá! Bom, acabo de assistir pela primeira vez ao novo Manhattan – como na maioria das vezes, gostei dos temas e de como eles os debatem. Manhattan é Manhattan, ponto.
    .
    Entretanto, fiquei muito decepcionada com este novo formato, e seria ótimo ver mudanças em um futuro próximo!
    1) O cenário é horrível. Têm muitos tijolos pro meu gosto e está muito cinzento… meio depressivo… rs. Nem se compara ao cenário antigo, com cores mais dinâmicas e uma aparência mais fresca, up.
    2) Também acho que tirar a abertura e a trilha é descaracterizar um pouco a coisa toda…
    3) Depois de 15 anos no ar, tudo o que a Globo News tem a oferecer é um espaço apertado daquele? Eu gostava de ver a mesa toda com zooms esporádicos. Agora o lugar está tão apertado que só focaliza o Lucas, e aqueles computadores atrás do Pedro quebram o clima… rs. Todos estão parecendo âncoras tradicionais, bem estilo Globo News mesmo. Com outros programas até fica bom, mas submeter o Manhattan (que sempre me pareceu tão peculiar neste sentido) aos padrões “funcionais” da emissora me parece descaracterização.
    .
    Bom, tomara que ajeitem estas coisas com o tempo.
    Abraços

  3. Marcos Alexandre :-) às 12:16 #

    Denise, veja o nome da música nos créditos finais, veja na reprise ou no programa na internet (é até melhor porque dá para pausar e copiar).

  4. Ana Belacqua :-) às 15:27 #

    Oi Marcos, aproveitando que você atualizou a área de mídia tem uma nova entrevista com o Diogo Mainardi na revista Serafina ;)

  5. Mirian Mendes :-) às 18:09 #

    Gostei do programa.Como sempre eles sao ótimos!
    ë um banho semanal de cultura e atualizaçao do que ocorre no planeta.
    Mas assino embaixo da SYS….o formato anterior era melhor.Este está muito pobre para um time desta categoria.
    Mirian

  6. rubia kapusta :-) às 23:04 #

    concordo plenamente com a Sys, esta faltando a musiquinha, eles estao muito apertadinhos no cenario novo, e os computadores atras do Pedro nao tao com nada. Esta muito tradicional.. ate mesmo as roupas que de vez em quando eram um pouco cafonas, agora estao serias demais. estou com saudade do terno beje quadriculado do Lucas Mendes, que me fazia rir, quando ele colocava o sueter roxo por baixo. O Ricardo Amorim esta otimo, adorei o cenario dele.. muito bom. O Diogo esta otimo tambem.
    Mas todos estao excelentes como sempre, e adorei pode reve-los na globo internacional!!! Alelluia!!!

  7. daniel :-) às 16:15 #

    MC na TV Aberta, Os bastidores no Vídeo Show, um tease bem feito http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1420874-7822-OS+BASTIDORES+DO+MANHATTAN+CONECTION,00.html

  8. Marcos Alexandre :-) às 16:32 #

    Daniel, o link já estava na área de mídia do fã-clube.

  9. Lydia :-) às 16:43 #

    Eu também concordo com vcs, os Manhattans parecem meio engessados, antes ficavam mais soltos. Eu também acho que o cenário era mais vibrante, mais dinâmico.
    Realmente, o Caio parecia menos ansioso ou se controlando mais, mas parece que estava de óculos novo, mais claro, o que também suaviza a expressão.
    O Diogo, apesar de não ter procurado o cabelereiro do Ricardo, estava com o cabelo penteado, parecia até estar com spray; ficou legal, Diogo.
    O Lucas deve ficar sem saber o que fazer: eu disse aqui que ele fica muito bem com terno escuro, agora aparece alguém dizendo estar com saudade de ve-lo com terno bege. Difícil atender às críticas, a solução é usar de tudo.

  10. Raquel Salowickz :-) às 11:28 #

    Pedro Andrade, diz para tua mãe que eu acho que o útero dela é um templo onde só acontecem coisas muitíssimo sagradas.

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