171º post – MC de 3 de abril de 2011

4 abr

As células da DNA Connection entraram no mundo árabe pelo salão de beleza da rainha Rania Al-Abdullah. Ela e as outras piranhas são intragáveis – assim como seus maridos que continuam batendo, massacrando e roubando. Caio Blinder entende de mulher (apesar de não escolhê-las pelo sexo) e apedrejou as Mariazinhas Antonietazinhas. Ricardo Amorim, que entende de história, saiu em defesa das piranhas, e eu e o Diogo Mainardi, que entendemos de homem, ficamos de olho no Obama e na promessa não cumprida desde os tempos do Nixon. Em um assunto menos mole e mais sexy, a sessentona OTAN saiu em busca de missões certeiras no deserto líbio, e está ajudando rebeldes que não conhece. E se Chernobyl era no meio do nada, no Japão a situação está nitidamente feia.

No segundo bloco, os manhattans falaram sobre o livro Aerotropolis: the way we’ll live next, de John D. Kasarda e Greg Lindsay (trecho aqui). O nome é interessante e a sacada é boa e decola. Caio mora no pasto e Diogo vai de caravela até o portão de embarque, então o único que tinha algo a dizer foi o Ricardo, que vive em aeroportos. Depois disso o tema foi um prêmio de liberdade de imprensa recebido pelo Chávez. Como o programa foi gravado na sexta-feira, isso só pode ter sido uma pegadinha de 1º de abril do Lucas Mendes. Não gostei muito da brincadeira – mas o bloco foi salvo no final pela entrevista do Pedro Andrade com o fotógrafo Patrick McMullan

Para encerrar, a adorável Chicago tem um passado e um presente campeões em crime e corrupção, e o seriado Chicago Code tem intocáveis bons policiais e uma mocinha que é a primeira chefe de polícia – e que pode ser a última. Pedro disse que os críticos estão adorando a delegada cascuda desta nova produção de Shawn Ryan. Eu adorei The shield, que na época de sua exibição chegou a ser a melhor série da TV. Mas o final foi tão pesado que me dá arrepios até hoje, então acho que não preciso ver mais nada do Shawn Ryan por algumas encarnações. De qualquer forma, esta pauta foi melhor do que veio a seguir: Rebecca Black, que eu não conhecia e tive o desprazer de conhecer no MC (e você também pode tê-lo aqui). Ela é pior que um cruzamento entre o Bob Esponja e a largatixa do Eike Batista. Será que Rebecca também terá um fim trágico como o do Ernesto, o inconveniente?

Fã-clube do Manhattan Connection

3 Respostas to “171º post – MC de 3 de abril de 2011”

  1. Daniel Assis :-) às 23:03 #

    Alguem sabe o nome da musica que toca na exposição do Sabin Howard?

    Grato,

    Daniel

  2. Marcos Alexandre :-) às 8:14 #

    Daniel, é If there’s love, do Citizen Cope.

  3. Ronaldo :-) às 12:07 #

    Caio Blinder ou “Binder”?

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s