174º post – MC de 24 de abril de 2011

25 abr

 

Os cri-cris da Vai-Vai Connection contrariaram as fórmulas da vida longa. Segundo o livro The longevity project (introdução aqui), o resumo é persistência, paciência e prudência. Para Diogo Mainardi, não é nada disso: a receita é medo. Primeiro ele disse que a zebra sempre acaba sendo comida, depois disse que a zebra é a mulher. Faltou pouco para a conversa chegar nas piranhas, mas o assunto foi desviado para a renovação em Cuba – onde pelo menos o sistema de saúde funciona e todo mundo chega jovem aos 79 anos de idade. Falando em idade, na velha crise da Líbia o ocidente foi mas não foi e a coisa vai-vai desmoronar sozinha, e na Síria, onde há velhas novidades, a oposição não é prudente mas é persistente. Enquanto isso, a China vai que vai e o Weiwei é cri-cri: cria arte e cria caso. Até a Dilma vai vai na China e o Weiwei.

A seguir, a monarquia inglesa é uma fonte de renda e de sonhos – e de “casamentos do século”, pois a cada século inventa uns quatro ou cinco. O futuro sogro da noiva vai para o trono ou não vai? A rainha não se curva e a espera é eterna, e no efeito conto-de-fadas os jovens querem que William fure a fila enquanto Kate vire a princesinha dos tabloides e dê uma recauchutada na nobreza. No obituário da semana, Reali acompanhou momentos decisivos do mundo.

A guerra civil americana terminou há mais de 150 anos mas é uma fonte inesgotável de debates atuais. No filme The conspirator o drama é real e o tribunal militar julga civis, George W. Bush e Barack Obama. Apesar de não ter nada contra Robert Redford, Pedro Andrade achou que a história é boa mas não é ótima e que a produção é válida mas tendenciosa. Eu também não tenho nada contra o Redford mas em vez de The conspirator prefiro assistir novamente a The electric horseman, um dos meus filmes favoritos quando eu era adolescente. Outra produção comentada pelos manhattans foi The Lincoln lawyer. Ao procurar o site oficial descobri que o filme foi mais uma vítima das medonhas distribuidoras brasileiras, que deram a ele um nome tão ridículo e nojento que tenho até vergonha de repetir. Não importa que o Rio está em alta na New York Magazine: a estupidez, a burrice e a falta de bom senso das distribuidoras brasileiras de filmes dá muita vergonha de morar neste país. Mas vou terminar este post falando de algo mais leve: a frutinha que nasce agarrada no pau e morre sendo chupada, que está na coluna do Lucas Mendes e no livro do Valdir Cruz.

E já que a idade esteve tão forte na pauta do MC esta semana, quero fazer um jabáticaba e lembrar que em maio o fã-clube do Manhattan Connection faz 4 anos. São quase 200 posts e incontáveis horas de dedicação ao melhor programa da TV brasileira. Obrigado a todos que acompanham meus comentários cri-cris todas as semanas ;-)

Fã-clube do Manhattan Connection

2 Respostas to “174º post – MC de 24 de abril de 2011”

  1. Mirian :-) às 14:23 #

    Foi muito inteligente(como sempre) e demolidor(como sempre) o comentario do Diogo sobre o principe Charles….Adorei.Charles não é um principe shakspeariano.Hilário.

  2. Mirian :-) às 14:24 #

    O Blinder depois de “pisar na jaca” sobre as princesas Rannya e Noor puxou o freio de mão…..kkkkkkk

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