177º post – MC de 22 de maio de 2011

23 maio

Os deprimentes da Conexão Buraco Mais Em Cima começaram esta edição comentando os escândalos que vão da Califórnia a New York e dão a volta ao mundo ameaçando as carreiras dos machões europeus. O Experminator treinador de potrancas vai abrir uma fundação de auxílio aos menores – os dele – e o futuro do francês denunciado pela Piroska é a cadeia ou o ostracismo. A imprensa comeu mosca, e assim como o Caio Blinder, Eu não deveria, mas j’accuse – pois o adultério [não] é blasé. A moral amoral é que o FMI c’est fini e é urgente abrir espaço para os emergentes.

No segundo bloco, Baku já foi foco de agitação comunista e hoje está rica e por cima. A nova Dubai que inspira o Borat é abençoada pela natureza e é a capital do terceiro país que mais cresceram no mundo. A boa notícia é que Osama bin Laden morreu antes do fim do mundo e a má é que a implicância do Diogo Mainardi com o Ricardo Amorim já está cansando. Enquanto isso, nos Estados Unidos o partido republicano está em chamas mas tem possibilidade de competir. Brasil na imprensa: Nannies move into Brazil’s middle class no The New York Times, e o Financial Times diz que as bolha das casa e da infração vai explodir.

A seguir, o assunto foi The beaver, filme que mostra que o melhor amigo do homem  é o castor. O protagonista Mel Gibson estava meio sumido – mas quem deveria sumir mesmo é a pessoa que inventou o título deste filme em português. Não vou gastar meu teclado nem sujar meu blog repetindo-o, e sobre este filme só digo mais uma coisa: as pessoas que trabalham nas distribuidoras brasileiras de filmes deveriam ser todas institucionalizadas. Mas pelo menos um brasileiro se salva: Karim Aïnouz, que neste ano foi para o festival de cinema de Cannes com o filme Abismo prateado, sobre uma mulher que levou o pé na buzanfa. Eu adoro os filmes do Aïnouz e vou ver este também – que deve ser bom mesmo que tenha sido baseado em uma música do [argh!] Chico Buarque. Para encerrar, Lars von Trier insultou o Caio, Peter Fonda insultou o Obama e a mulher-macho insultou o Philip Roth – com 3% de razão.

Aviso ao pessoal responsável por postar o MC na web: o filme The beaver é da Jodie Foster, e não do Mel Gibson como está escrito no site.

Fã-clube do Manhattan Connection

5 Respostas to “177º post – MC de 22 de maio de 2011”

  1. Candido Bugarin :-) às 18:13 #

    Tem alguma explicação , os erros de português nos creditos do programa , podemos ver São Paulo sem o u , Rio de Janeiro sem o primeiro e.

  2. Marcos Alexandre :-) às 18:56 #

    Nem percebi, Candido. Os erros devem ser falta de atenção mesmo.

  3. rubia kapusta :-) às 13:55 #

    Como nao consigo deixar sugestoes na pagina do MC na Globonews vai aqui mesmo. Eu queria que o Caio explicasse (de novo) porque o povo da palestina nao aceita um estado de Israel e um da Palestina. Vi o Natanieul na C-span ontem e o discurso dele foi muito bom. Fez o maior sentido para mim. Ele parece ser um homem de lideranca de verdade, tem paixao quando fala.
    Por que os palestinos nao aceitam a proposta dele? A gente fica com pena da pobreza da area mas eles tambem nao ajudam muito..

  4. Marcos Alexandre :-) às 8:22 #

    Oi Rúbia, mandei sua pergunta ao Caio e ele respondeu o seguinte: “Existe tanto conflito porque os palestinos exigem demais para um estado, como o direito de volta dos refugiados a Israel. Os israelenses concedem de menos, como na oferta de terras a serem devolvidas. E os dois lados nao concordam sobre o futuro de Jerusalém.”

    Marcos

  5. rubia kapusta :-) às 18:10 #

    Obrigada Alexandre e Caio.
    Esse negocio entao de Israel/Palestine nao tem mesmo jeito. E o mesmo empurra- empurra mesmo. Talvez algum dia aparecam lideres dos dois lados que achem um acordo comum. Uma pena para um povo todo da area que deve sofrer com a situacao. Seria tao facil se aquilo ali todo fosse um pais so e com todos vivendo sob as mesmas leis em paz. O povo pobre palestino iria prosperar e o povo de Israel nao sofreria com as bombas e atentados. E cada um com a religiao que quissese, respeitando a do outro. Parece simples para mim mas eles tem que complicar, dificultar..uma pena..

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